Na verdade para um primeiro post serei muito genérica, amadora. Na verdade eu sou amadora. Amo tudo a minha volta, menos aquilo que deveria.
A questão que têm me acometido ultimamente é a seguinte.
Por quê? Para que? Ou talvez por quem?
Existem momentos em que tudo que fazemos começa a se diluir em críticas e represálias e não somos capazes de compreender a qualidade das competências que nos são apontadas.
Faço tudo àquilo que creio me construir em meus momentos mais escondidos e mesmo assim existem cantos em que estes se observam vazios, e o rumo se perde, as certezas se esvaem e as ideias se esfarelam.
Tudo aquilo que acreditamos passa a ser modificado por projeções sociais que nos condicionam a ser aquilo que querem que sejamos, e não o que realmente nos inspiramos a ser. Retornar e reconstruir nossas certezas é muito difícil, pois o que leva a concepção de uma certeza são milhares de questões que acreditamos ser relevantes e repensá-las leva tempo. Gostaria de pontuar aqui coisas que talvez nos inspirem uma maneira de pensar.
Um ser humano que possui estabilidade profissional, pessoal e acadêmica é feliz.
Encontra em tudo que ama o ideal de felicidade.
A felicidade é algo fácil de encontrar, pois está nos pequenos momentos da vida em que amamos as pessoas e encontramos nelas a nossa razão de viver.
ERRADO.
A felicidade é algo muito relativo, e a abordarei posteriormente. Não é o momento.
O ser humano descrito acima não vive, apenas sobrevive às circunstâncias as quais está relacionado. Vive uma ilusão viciosa, que jamais deixará de consumi-lo enquanto este não for apresentado a verdade, que em sua essência se faz muito relativa também.
O ato de pensar então se torna insensato. Analisar situações e proclamar conclusões pode trazer conseqüências que nem sempre são boas.
E isto incomoda, e este incômodo gera a inércia permanente daquele que prefere e escolhe viver omisso as todas as questões relativistas e existencialistas com as quais convive.
olá alice
ResponderExcluirrecebi seu e-mail
te conheço de algum lugar????
não sei,
bom, isso não é um virus
rsrsrss
belo blog, bela iniciativa, nada de omissão, missão!
vou seguir os procedimentos existencialistas daqui.
beijos